Golpe do "Falso Advogado": Polícia Civil do DF conclui investigação e desarticula esquema criminoso
A operação contou com apoio operacional da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.
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Ilustrativa/ André de Abreu.
Ilustrativa/ André de Abreu. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), encerrou as investigações sobre o golpe eletrônico do "Falso Advogado".
O golpe consistia em falsos advogados entrando em contato com vítimas para falar sobre processos e ações judiciais existentes. Os golpistas utilizavam nome e a foto de advogados reais que eram os verdadeiros responsáveis pelos casos, e convenciam as vítimas a realizarem o pagamento de valores ditos como necessários para o andamento judicial.
Seis pessoas foram identificadas e indiciadas pelos crimes de estelionato eletrônico, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas máximas que, se somadas, podem alcançar 26 anos de reclusão. As investigações também revelaram a participação de uma advogada regularmente inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil, que teria sido responsável por dissimular a origem ilícita dos valores obtidos com a fraude.
"No caso investigado, a vítima — uma pessoa idosa — foi levada a realizar transferências para contas controladas pelo grupo criminoso. Os autores chegaram a tentar obter um segundo repasse de valor ainda maior, sendo frustrados quando a fraude foi descoberta", falou em nota a Assessoria de Comunicação da PCDF.
Além da PCDF, também participaram da operação a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS), por meio do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e das Delegacias de Polícia de Caarapó e de Juti.




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