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Campo Grande,09/04/2026

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Enfermeira é acusada de perseguir servidores no CRS Nova Bahia: 'ela nos ameaça'

Ainda conforme a denúncia, funcionários relatam que são desencorajados a apresentar atestados e que há desconfiança constante sobre a veracidade dos documentos.

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Enfermeira é acusada de perseguir servidores no CRS Nova Bahia: 'ela nos ameaça' CRS Nova Bahia / Arquivo TopMídiaNews.

Servidores do CRS (Centro Regional de Saúde) Nova Bahia de Campo Grande denunciaram, de forma anônima, uma série de situações de assédio moral dentro da unidade, incluindo perseguições, ameaças e pressão para que funcionários continuem trabalhando mesmo doentes.

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De acordo com os relatos, a conduta seria praticada por uma enfermeira do posto de saúde, que estaria impondo restrições ao uso de atestados médicos e ameaçando servidores que precisam se afastar por questões de saúde. Os trabalhadores afirmam que há um limite de dias de afastamento e que, ao ultrapassá-lo, podem sofrer punições, como mudança de lotação para unidades mais distantes.

“Ela fala que está contando os atestados e que quem desfalcar a equipe pode ser retirado da escala”, disse.

Ainda conforme a denúncia, funcionários relatam que são desencorajados a apresentar atestados e que há desconfiança constante sobre a veracidade dos documentos. Os médicos da unidade também estariam sendo pressionados a não conceder afastamentos, com questionamentos sobre suas decisões clínicas.

Os relatos indicam que o ambiente de trabalho tem causado adoecimento psicológico em parte da equipe, com menções a casos de esgotamento emocional. Servidores também afirmam que a redução de escalas e a sobrecarga de plantões têm levado colegas a pedir transferência para outras unidades.

Segundo os denunciantes, as cobranças seriam frequentes e feitas verbalmente, sem registros formais, o que dificulta a comprovação. Eles afirmam ainda que evitam expor detalhes por medo de retaliações.

“Não podemos falar muito porque ela pode descobrir quem denunciou e punir”, afirmou o profissional.

Diante da situação, houve a procura  da prefeitura de Campo Grande para falar sobre o assunto, , mas não teve resposta. O espaço segue aberto para manifestações futuras.







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