Quaest: Riedel tem 51%, Fábio Trad 12% e Delcídio 6% na disputa pelo Governo de MS
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (25) aponta Eduardo Riedel (PP) com 51% das intenções de voto na disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul. Fábio Trad (PT) aparece com 12%, seguido por Delcídio Amaral (PRD), com 6%.
O levantamento, encomendado pela TV Morena, ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais, entre 21 e 24 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os números MS-09580/2026 e BR-04113/2026. O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. (Justiça Eleitoral)
Pesquisa estimulada
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, os resultados divulgados pela Quaest são:
Eduardo Riedel (PP): 51%, ante 40% em 25 de agosto
Fábio Trad (PT): 12%, ante 13%
Delcídio Amaral (PRD): 6%, ante 8%
João Henrique Catan (Novo): 3%, mesmo percentual anterior
Jeferson Bezerra (Agir): 2%, ante 1%
Lucien Rezende (PSOL): 1%, ante 2%
Renato Gomes (DC): 1%, mesmo percentual anterior
Daniel Lemes (PCO): 0%, ante 1%
Branco, nulo ou não vai votar: 9%, ante 11%
Indecisos: 15%, ante 20%
Como a margem de erro é de três pontos percentuais, os percentuais devem ser interpretados dentro desse intervalo estatístico, e não como uma contagem exata de votos.
A pesquisa também perguntou sobre o grau de definição da escolha. 68% afirmaram que a decisão é definitiva, enquanto 32% disseram que ainda podem mudar de candidato até a votação.
Espontânea tem 55% de indecisos
Quando o entrevistador não apresenta os nomes dos concorrentes, Riedel é citado por 34%, contra 18% no levantamento anterior. Fábio Trad aparece com 5% e João Henrique Catan, com 2%.
Nesta modalidade, 55% ainda se declaram indecisos, percentual que era de 77% em agosto. Outros 4% responderam que pretendem votar em branco, anular ou não comparecer.
Simulações de segundo turno
A Quaest também testou dois cenários hipotéticos para uma eventual segunda votação.
Na simulação entre Eduardo Riedel e Fábio Trad, os percentuais são 63% para Riedel e 20% para Trad. Outros 8% escolheram branco, nulo ou nenhum, enquanto 9% estão indecisos.
No cenário entre Riedel e Delcídio Amaral, o levantamento registra 63% para Riedel e 19% para Delcídio, com 10% de branco, nulo ou nenhum e 8% de indecisos.
Os números são retratos das respostas dos entrevistados no período da coleta e não constituem previsão do resultado eleitoral.
Saúde lidera preocupações
A saúde aparece como o problema mais citado pelos entrevistados em Mato Grosso do Sul, mencionada por 44%, contra 39% em agosto. Em seguida aparecem infraestrutura, com 15%; violência, 9%; e economia, 6%.
Outros problemas somam 17%. Para 2%, o Estado não apresenta nenhum problema, enquanto 7% não souberam ou preferiram não responder.
Rejeição dos candidatos
Entre os candidatos pesquisados, Delcídio Amaral registra 54% de entrevistados que dizem conhecê-lo e não votar nele. No caso de Fábio Trad, são 45%, e para Eduardo Riedel, 19%.
Os demais índices de “conhece e não votaria” são Lucien Rezende, 11%; João Henrique Catan, 10%; Jeferson Bezerra, 8%; Renato Gomes, 7%; e Daniel Lemes, 6%.
A pesquisa mede também o conhecimento dos candidatos. Daniel Lemes é desconhecido por 90% dos entrevistados; Jeferson Bezerra, por 89%; Renato Gomes, por 88%; Lucien Rezende, por 84%; e João Henrique Catan, por 80%. Por isso, os percentuais de rejeição desses nomes devem ser lidos em conjunto com seus respectivos níveis de conhecimento.
Governo Riedel tem aprovação de 73%
Na avaliação da atual administração estadual, 73% dizem aprovar o governo de Eduardo Riedel, ante 62% em agosto. A desaprovação é de 10%, enquanto 17% não souberam ou não responderam.
Quando a pergunta é sobre a avaliação do governo, 54% classificam a administração como positiva, 31% como regular e 7% como negativa. Outros 8% não responderam.
Questionados especificamente se Riedel merece ser reeleito, 73% responderam sim, 16% disseram não e 11% não souberam ou não responderam.
Os resultados refletem as opiniões declaradas pelos 804 eleitores entrevistados entre 21 e 24 de setembro, dentro da margem de erro de três pontos percentuais e do nível de confiança de 95% informado pela pesquisa.






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